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Quais os principais problemas cardiológicos em cães e gatos?

Por 28/12/2020Blog
Quais os principais problemas cardiológicos em cães e gatos?

Os pequenos animais, assim como os humanos, podem desenvolver doenças do coração ou até nascer com elas. 

As doenças que acompanham o nascimento são chamadas de congênitas e podem acometer tanto gatos quanto cães. Já as doenças conhecidas como degenerativas começam na vida adulta e acompanham o envelhecer do animal. Mas quais são essas doenças e como ficar atento aos sinais clínicos que elas podem causar?

Os cães de pequeno porte têm maior tendência a desenvolver uma doença que acomete as válvulas do coração. A que mais os acomete é a degeneração mixomatosa da valva atrioventricular esquerda, também chamada de valva mitral.

Já os cães grandes e os gatos são mais acometidos por doenças que envolvem o músculo do coração, conhecido como miocárdio. Os cães de grande porte tendem a desenvolver a cardiomiopatia dilatada, enquanto os gatos podem ser afetados pela cardiomiopatia hipertrófica. 

Todas essas doenças levam a alterações no funcionamento do coração, com consequente hipertrofia do órgão e perda da função de bomba do coração, o que repercute em quase todo o corpo do animal.

Quais sinais clínicos nossos pets podem apresentar?

Quando possuem algum problema no coração, os pets podem apresentar diversos sinais e comportamentos, sendo indicada avaliação pelo médico veterinário o quanto antes. É válido dizer que os felinos tendem a mascarar melhor os sintomas de cardiopatias do que os cães, assim, nessa espécie, qualquer mudança sutil de comportamento requer avaliação. 

Os principais sinais de cardiopatia são: 

  • Tosse;
  • Cansaço fácil; 
  • Indisposição e fraqueza; 
  • Falta de ar e respiração acelerada;
  • Desmaios; 
  • Falta de apetite; 
  • Perda de peso; 
  • Língua e mucosas arroxeadas ou pálidas; 
  • Inquietação; 
  • Paralisia dos membros posteriores, principalmente para os felinos.

E como tratar a doença cardíaca? 

Assim como nas doenças que acometem outros órgãos, a avaliação cardiológica periódica dos pets permite a identificação precoce de qualquer irregularidade no funcionamento do coração e, consequentemente, a intervenção precoce assim que necessária.

O uso de medicações, rações terapêuticas, suplementos alimentares e uma rotina saudável bem controlada podem ser a chave para proporcionar uma melhor qualidade de vida e um prolongamento na expectativa de vida dos animais que possuem doenças do coração.

Assim, a melhor forma de acompanhar e tratar as cardiopatias dos pets é por meio da realização de avaliação e exames cardiológicos regulares a partir dos 6 anos de idade. E não podemos esquecer: antes de qualquer procedimento anestésico, também é necessária avaliação cardiológica dos animais, uma vez que os fármacos utilizados para sedar ou anestesiar os animais podem afetar o funcionamento elétrico e de bomba do coração. Portanto, saber da existência de uma cardiopatia faz com que a escolha desse anestésico seja a mais apropriada e proporciona maior segurança à realização do procedimento.

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