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abril 2017

Como funciona a fisioterapia animal?

By | fisioterapia animal | No Comments

O objetivo da fisioterapia animal é restaurar, manter e promover a melhora da função e aptidão física, bem-estar, e qualidade de vida, quando estes estão relacionados a distúrbios locomotores e de saúde.

Em pequenos animais, inclui-se o tratamento de fisioterapia animal durante sua recuperação após procedimentos cirúrgicos ortopédicos, programas de perda de peso, fortalecimento de grupos musculares específicos e ajuda no controle de condições crônicas ou progressivas.

A ênfase é dada na prevenção ou diminuição dos sinais clínicos, e também na prevenção da progressão das disfunções e limitações funcionais e na incapacidade que pode resultar em algumas doenças, distúrbios, condições ou lesões. (LEVINE, D., 2008).

Um bom plano de reabilitação pode acelerar a recuperação, prevenir danos permanentes e evitar a reincidência do problema.
Após avaliação e determinação de um plano de ação (que pode mudar de acordo com a evolução do caso), o fisioterapeuta dará início ao tratamento. O número de sessões semanais de fisioterapia animal varia de acordo com a patologia e resposta ao tratamento.

Normalmente, em crises agudas, ou pós cirúrgico ortopédico, são realizadas 10 sessões iniciais de fisioterapia animal e depois sessões quinzenais para manutenção. Alguns animais, e algumas patologias, não precisam da manutenção. Para patologias neurológicas não podemos precisar número de sessões.

*Este texto foi escrito por Renata Mosse, médica veterinária responsável pela reabilitação de animais no Hospital Veterinário Rebouças. Graduada em Medicina veterinária pela Universidade Anhembi Morumbi em 2011, pós graduada em fisioterapia animal e reabilitação veterinária pelo IBRA SP e especialista em Canine Rehabilitation pela UNIVERSITY OF TENNESSEE.

Saúde dos olhos: confira as doenças mais comuns em cães

By | oftalmologia | No Comments

Ao contrário do que acontece com os humanos, a visão não é o sentido mais importante para os cachorros. Para eles, o olfato e audição estão na frente. Um cachorro quando nasce consegue identificar sua mãe e seu alimento por meio do olfato, mesmo de olhos fechados, já que demoram cerca de 10 dias para abri-los completamente.

Porém, a visão ajuda e muito os cães a se orientarem, por meio dela, mesmo que sem muitos detalhes, eles conseguem identificar principalmente os movimentos dos objetos e pessoas. Por conta disso, preservar a visão e prevenir de possíveis doenças é algo extremamente importante para a saúde do seu amiguinho.

Identificar os problemas oculares nos cães pode não ser uma das tarefas mais fáceis, por isso é necessário ficar atento. Existem dois tipos de doença, as que são de predisposição hereditária, menos comum nos cães sem raça definida, e as por infecção que podem acometer qualquer animal.

Esbarrar em móveis, andar encostado nas paredes, piscar muito os olhos, ter coceira, manchas ao redor dos olhos, vermelhidão e aversão à luz (fotofobia) são alguns dos indícios que seu cachorro pode ter algum problema de visão. O cachorro que possui doenças oculares também pode ficar irritado ou apático.

A saúde dos olhos é importante, consultar um veterinário pode evitar doenças mais graves (foto: Divulgação)

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Saúde dos olhos: confira as doenças mais comuns em cães

Conjuntivite: assim como nos humanos é caraterizada pela irritação e vermelhidão nos olhos. É mais comum em cães que andam com a cabeça para fora nos carros. A conjuntivite em cães não é contagiosa.

Confira abaixo algumas das doenças que podem atrapalhar a visão do seu pet:

Catarata: se trata da opacificação (esbranquiçamento) do cristalino, uma espécie de tecido que ajuda na capacidade de focalizar as imagens e reproduzi-las na retina. Com o clareamento do tecido, os animais acabam por perder a visão. É uma doença de predisposição genética que atinge raças como: Poodle, Cocker Spaniel, Schnauzer, Golden Retriever e Yorkshire.

Glaucoma: se trata de uma doença relacionada a pressão intraocular, que é a pressão dentro do olho, pode ser primário que é causado pela herança genética de algumas raças, ou secundário que pode estar relacionado a outras doenças do olho.

Atrofia Progressiva de Retina: também de origem hereditária, a APR ou AP, causa a perda de visão por conta da perda de alguns componentes que formam a retina, tecido responsável pela formação da imagem que é traduzida para o cérebro. Ocorre com mais frequência com: Labrador, Sheepdog, Border Collie, Akita, Cocker Spaniel e Schnauzer.

Confira abaixo o vídeo com o oftalmologista veterinário, do Hospital Veterinário Rebouças, Pedro Mancini, falando sobre as doenças oftalmológicas mais comuns em cães.